
PAIS !!!
Não desistam nunca de tentar fazer o melhor pelos seus filhos... Leiam com atenção as dicas abaixo. Se acharem difícil, tente realizá-las uma de cada vez . Quem sabe assim, no futuro , teremos adultos mais felizes e responsáveis.
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"As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e águe com sabedoria e lições de vida. Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que cresçam". (Código Indígena norte americano)
Os consultórios de psicoterapia, geralmente, são o destino de um sem número de pessoas a procura de alívio de suas dores psíquicas, cujas origens na quase totalidade dos casos, encontra-se nas experiências traumáticas da infância. Situação em que muitos indivíduos, se não passarem por tratamento, tendem a levar para o resto de suas vidas o sofrimento como indesejada companhia.
Portanto, na infância o foco psicoterapêutico é de suma importância dentro do processo de investigação do inconsciente humano. É um procedimento fundamental e imprescindível, tanto na linha da psicoterapia tradicional como na linha da psicoterapia alternativa. Não temos como separar uma coisa da outra, porque a fase infantil, impregnada de impressões psíquicas, é temporariamente a realidade existencial do indivíduo em que a educação, baseada em princípios psicológicos e em responsabilidades assumidas por parte de pais ou substitutos, é a garantia de um futuro menos problemático para os seus filhos.
Não podemos negligenciar a infância, muito menos desconsiderá-la dentro de um processo psicoterapêutico, (...) um exemplo é a conhecida "síndrome de vitimização": de nada adianta tentarmos conscientizar nosso paciente que ele encontra-se numa "cômoda situação", aceitando passivamente as vicissitudes da vida sem capacidade de reação, se antes não tivermos, efetivamente, proporcionado por intermédio de uma técnica terapêutica eficaz, que o mesmo elaborasse internamente a sua consciente reação a um estado psíquico cujas origens estão sintonizadas na sua infância...
Em muitos casos que tratamos, o paciente inconscientemente ainda fixado em traumas infantis, sente-se vítima de algo que ele ainda desconhece por inteiro. No entanto, "sente", e foi por esse motivo que ele nos procurou para libertar-se das amarras psíquicas que o mantém cativo a um estado psico-espiritual. E a nossa função é criar, através do método psicoterapêutico em desenvolvimento, condições reais para que ele próprio providencie a sua libertação. É a auto-conscientização, ou seja, quando ele compreende que até então fora vítima ou refém das repercussões psíquicas de seus traumas infantis.
Não queremos gerar futuros problemas de relacionamento com nossos filhos adolescentes ou adultos? Então tratemos de dispensar a eles, enquanto ainda são psiquismos que absorvem todas as impressões vindas dos pais, a atenção e a participação mínima necessária em suas vidas (...)
Não esqueçamos que o autoconhecimento começa pela solução dos nossos problemas mais imediatos, para depois, através das conexões interdimensionais que são inerentes à multidimensionalidade da natureza humana, alcançarmos o âmbito da transcendência. E esse processo, necessariamente, passa pela importância que a infância (e a educação...) representam no contexto das múltiplas vivências do ser inteligente.
Flavio Bastos
Psicanalista Clínico e Interdimensional




Quando voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família.
Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado.
O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante.
E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazer presente, de se comunicar com o filho. Aquele pai encontrou a sua, simples mas eficiente.
E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos do principal, que é a comunicação através do sentimento.
Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com os nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso.
Para que haja a comunicação é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo de escuro.
A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.
E você? Já deu algum nó afetivo no lençol do seu filho hoje?
(texto recebido por email)
Pense nisso!
Se você é um desses pais ou dessas mães que realmente precisam se ausentar do lar para prover o sustento da família, lembre-se que você pode encontrar a sua própria maneira de garantir a seu filho a sua presença.
Você pode encontrar um jeito de dizer a ele o quanto ele é importante na sua vida e o quanto você o ama.
Mas lembre-se da linguagem do coração. Dessa linguagem que pode ser sentida, apesar da distância física.
E procure apertar os laços do afeto, pois estes são os verdadeiros elos que nos unem aos seres que amamos.
Pense nisso, mas, pense agora!
Composição: Jair de Oliveira
Borboletas são tão belas o que seria delas
A amizade tem um papel muito importante na vida das pessoas, são laços de afeto que nos sustentam a vida inteira. Laços estes, que nos permitem conforto nos momentos tristes, dividindo nossas alegrias, aprendendo o sentido de cooperação, lealdade e solidariedade. A infância é um momento onde isso pode ser descoberto, através das brincadeiras de bonecas, pega-pega, jogos de vôlei, futebol.
Essas relações proporcionam à criança a descoberta de muitos aspectos sobre a convivência em grupo, como por exemplo, a percepção de estar junto com o outro, o respeito, a questão do limite, uma vez que para se relacionar é necessário seguir algumas regras.
O relacionamento nesta fase é um aprendizado, pois a criança adquire um conhecimento melhor de si mesma e do mundo. É um aprendizado construído na proporção que a criança amadurece.


